Chatfuel
Para agências

Modelo agência → clientes: como as empresas cliente são estruturadas

Você está prestes a rodar funis para mais de um negócio ao mesmo tempo. Cada cliente ganha a própria empresa dentro do workspace da sua agência.

Última atualização

Você está prestes a rodar funis para mais de um negócio ao mesmo tempo. Números de WhatsApp diferentes, contas de anúncios diferentes, equipes de vendas diferentes, orçamentos diferentes — e um único login do Chatfuel do seu lado. A estrutura que faz isso funcionar é simples, e acertá-la no primeiro dia evita um projeto de desembaraçar tudo seis meses depois: cada cliente ganha a própria empresa dentro do workspace da sua agência.

Um cliente = uma empresa

Sua agência tem um único workspace no Chatfuel — ele é seu, com a sua assinatura e a sua equipe no topo. Dentro dele, cada cliente vive na própria empresa: uma unidade totalmente isolada, com seus bots, seus canais conectados, seus contatos e conversas, suas configurações e equipe. Nada se mistura. Os leads do cliente A nunca aparecem no pipeline do cliente B, uma alteração na IA de um cliente nunca afeta a de outro, e quando a equipe de um cliente faz login, só enxerga o próprio negócio.

Você cria quantas empresas tiver clientes — não há limite — e alterna entre elas em dois cliques:

  1. Clique no seu avatar no menu de navegação.
  2. Abra My Companies — todas as empresas cliente do seu workspace, em uma única lista.
  3. Escolha uma empresa, e o painel inteiro muda para ela: os bots, chats, leads e configurações daquele cliente.

Criar uma nova segue o mesmo caminho: My Companies → Create New Company. Ela aparece na lista na hora, vazia e pronta para os canais do cliente.

Cobrança: seus clientes nunca veem

Aqui está a parte que torna isso um produto para agências, e não dez assinaturas separadas: a cobrança fica no nível da agência, não por cliente.

O Chatfuel oferece dois planos para agências — um que cobre alguns bots de clientes, e outro com bots ilimitados para agências com uma carteira maior. Nos dois, os limites de uso são compartilhados por todo o seu workspace, em vez de medidos por empresa, então a capacidade não usada de um cliente tranquilo absorve o pico de um cliente movimentado.

O que isso significa na prática:

  • Você paga o Chatfuel uma vez, de forma centralizada. Uma assinatura, uma fatura, no cartão da sua agência.
  • Os clientes nunca veem a cobrança. Não há preço dentro da empresa deles nem etapa de pagamento do lado deles — o custo da plataforma é invisível para o cliente.
  • Você cobra dos seus clientes por conta própria. O bot é o seu serviço e tem o preço que você definir: dentro do retainer, como taxa de setup mais mensalidade, com a margem que o seu mercado aceitar. O Chatfuel não interfere nesse número.

Para detalhes e preços atuais dos planos, veja Planos e preços do Chatfuel.

Equipes: seu pessoal em toda parte, o deles em um só lugar

O acesso segue a mesma lógica de um cliente, uma empresa. Os membros da equipe são convidados por empresa, então você decide quem existe onde:

  • Sua equipe principal — o responsável pela conta, a pessoa que constrói os bots — é convidada para toda empresa cliente em que trabalha.
  • O pessoal do cliente — os vendedores, o suporte — é convidado apenas para a empresa deles, com um papel que permite trabalhar leads e chats sem mexer nas automações.

Quando alguém sai da sua agência, você remove essa pessoa empresa por empresa; quando um funcionário do cliente sai, isso nunca teve relação com os seus outros clientes. Os papéis em si — quem pode editar o bot, quem só pode trabalhar o pipeline — estão em Papéis e acesso para a equipe da agência.

O ritmo que isso cria

Fazer o onboarding de um novo cliente vira um checklist repetível, não uma decisão: criar a empresa, obter acesso aos ativos da Meta do cliente, conectar os canais, convidar a equipe, lançar. Dez clientes depois, sua lista em My Companies parece a sua carteira de clientes — e cada um deles está a um clique de distância.

Nesta página